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Quinta, 19/10/2017 - Hoje é dia de Oxóssi (São Jorge ) Deus da caça e da floresta. Contas azuis e vermelhas.
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Religião
Candomblé
Catolicismo
Igrejas
Terreiros de Candomblé
Festas Religiosas
 

 

 
 
Crença popular, o candomblé tem como objetivo a adoração aos orixás, considerados como espirítos da natireza, decorrentes dos elementos terra, fogo, água e ar.
 
 
Candomblé 

Nem precisa ser adepto do Candomblé - religião trazida à Bahia pelos africanos - para vestir roupas brancas na sexta-feira. Esta já é uma tradição na Bahia, em homenagem ao deus Oxalá que, no sincretismo com a religião católica, representa Jesus Cristo. E muitos outros costumes, trazidos com essa religião afro, já se incorporaram ao dia-a-dia dos baianos, de todas as raças e classes sociais.

No início da colonização, os rituais do candomblé eram praticados nas próprias senzalas e nos terreiros das fazendas, onde trabalhavam os escravos africanos e seus descendentes. O mais antigo terreiro de Candomblé da Bahia nasceu há 450 anos, é conhecido como Engenho Velho ou Casa Branca e fica na avenida Vasco da Gama, em Salvador. Deste, originaram-se duas casas, ainda hoje de grande importância: o Gantois, na Federação, e o Axé Opô Afonjá, em São Gonçalo do Retiro, que deram origem a muitas outras, em cada canto de Salvador, das principais cidades do interior e de outros estados brasileiros.

Culto antigo, o candomblé tem como objetivo a adoração aos orixás, considerados como espíritos da Natureza, provenientes dos elementos terra, fogo, água e ar. São deuses guerreiros, protetores da caça, da maternidade, reis e rainhas da África, e outros, que vivem nos corações de seus descendentes. Eles são venerados em iniciações secretas e em festas de um ciclo anual, dedicadas a cada um deles. Nas festas, abertas ao público - homem de um lado, mulher de outro - os filhos-de-santo e adeptos dançam vestidos com as roupas e cores características, ao som de atabaques, entrando em transe e incorporando os espíritos dos orixás.

Cada orixá tem seu correspondente na Igreja Católica, com suas características próprias, como: dia da semana, cores, vestes, saudações e comidas. Domingo é dia de todos os Orixás. Identifique-se com um e reze para ele, pedindo proteção, saúde e paz acima de tudo:

Nanã – a mais velha das orixás das águas. 
Seu Dia:
Terça-feira. 
Sua Cor: Branco e azul. 
Representação Católica: Senhora Santana.
 
Iemanjá – também conhecida como Janaína, sereia do mar, Dandalunda, rainha das águas. Sábado é o seu dia. Rosa claro e azul claro.
 
Omolú - Segunda-feira. Vermelho e preto. São Lázaro.
 
Oxum – orixá dos raios e dos trovões, da beleza e do dengo. Sábado. Amarelo ouro.
 
Oxóssi – verde e azul. Quinta-feira.
 
Iansã – orixá dos ventos e tempestades. Quarta-feira. Vermelho. Santa Bárbara.
 
Xangô – representado com machado de asas com dois gumes. Quarta-feira. Vermelho e branco. São Jerônimo.
 
Oxalá – é o orixá da criação e filho de Omolú. Deus supremo, representado por Senhor do Bonfim, razão da Colina Sagrada estar sempre cheia sexta-feira que é o seu dia. Branco é a sua cor. Também conhecido como Oxalufã e Oxaguian.

 

Exú – mensageiro entre os homens e os orixás. Segunda-feira. Vermelho.

Ogum – abre caminhos. Segunda-feira. Azul escuro. Santo Antônio.

Oxumaré
– traço de união entre o céu e a terra. Terça-feira. Verde e amarelo.

Logun Edé – orixá das matas, prefere a selva como morada. É caçador. Quinta-feira. Azul, verde. São Miguel.

Obá - quarta-feira. Branco e vermelho. Santa Joana D’Arc.

Loko – orixá das matas e da rua, protetor dos pobres. Terça-feira. Branco. São Francisco.

Ossain – dono das folhas, é o médico do candomblé. As folhas exercem papel preponderante na mística do candomblé: no uso acentuado nos banhos e sempre presente em quase todos os seus momentos. Segunda-feira. Vermelho e azul. São Benedito.

Ifá – orixá da adivinhação. É quem consulta o dono do terreiro e diz quem o santo escolheu para substituí-lo. Quinta-feira. Branco. Santíssimo Sacramento.

Ser baiana de acarajé significa muito mais do que ser uma vendedora ambulante, com seu tabuleiro, oferecendo os deliciosos quitutes da culinária afro-baiana. A maioria delas faz esse trabalho como “obrigação de santo”, reverenciando os orixás que guiam suas cabeças – inicialmente apenas Iansã – e, em troca, tiram daí o seu sustento e o de suas famílias.

A cada dia, ela está vestida com as cores do santo daquele dia e exibe no pescoço as guias de contas na cor do santo de sua cabeça e outros orixás dos quais gosta (ou os quais precisa) reverenciar. A roupa, de origem africana, já se transformou em marca registrada: a roupa de baiana, com saia rodada, blusa rendada, pano da costa, turbante, sandália fechada na frente e aberta atrás.

Um outro atestado de que existe reverência religiosa aos orixás do candomblé, na atividade de baiana de acarajé, são os pequenos acarajés fritos antes da primeira fritura comercial, dedicados aos orixás meninos, os ibêje.

 
 
Onde assistir:
 
Candomblé 

Nem precisa ser adepto do Candomblé - religião trazida à Bahia pelos africanos - para vestir roupas brancas na sexta-feira. Esta já é uma tradição na Bahia, em homenagem ao deus Oxalá que, no sincretismo com a religião católica, representa Jesus Cristo. E muitos outros costumes, trazidos com essa religião afro, já se incorporaram ao dia-a-dia dos baianos, de todas as raças e classes sociais.

No início da colonização, os rituais do candomblé eram praticados nas próprias senzalas e nos terreiros das fazendas, onde trabalhavam os escravos africanos e seus descendentes. O mais antigo terreiro de Candomblé da Bahia nasceu há 450 anos, é conhecido como Engenho Velho ou Casa Branca e fica na avenida Vasco da Gama, em Salvador. Deste, originaram-se duas casas, ainda hoje de grande importância: o Gantois, na Federação, e o Axé Opô Afonjá, em São Gonçalo do Retiro, que deram origem a muitas outras, em cada canto de Salvador, das principais cidades do interior e de outros estados brasileiros.

Culto antigo, o candomblé tem como objetivo a adoração aos orixás, considerados como espíritos da Natureza, provenientes dos elementos terra, fogo, água e ar. São deuses guerreiros, protetores da caça, da maternidade, reis e rainhas da África, e outros, que vivem nos corações de seus descendentes. Eles são venerados em iniciações secretas e em festas de um ciclo anual, dedicadas a cada um deles. Nas festas, abertas ao público - homem de um lado, mulher de outro - os filhos-de-santo e adeptos dançam vestidos com as roupas e cores características, ao som de atabaques, entrando em transe e incorporando os espíritos dos orixás.

Cada orixá tem seu correspondente na Igreja Católica, com suas características próprias, como: dia da semana, cores, vestes, saudações e comidas. Domingo é dia de todos os Orixás. Identifique-se com um e reze para ele, pedindo proteção, saúde e paz acima de tudo:

Nanã – a mais velha das orixás das águas. 
Seu Dia:
Terça-feira. 
Sua Cor: Branco e azul. 
Representação Católica: Senhora Santana.
 
Iemanjá – também conhecida como Janaína, sereia do mar, Dandalunda, rainha das águas. Sábado é o seu dia. Rosa claro e azul claro.
 
Omolú - Segunda-feira. Vermelho e preto. São Lázaro.
 
Oxum – orixá dos raios e dos trovões, da beleza e do dengo. Sábado. Amarelo ouro.
 
Oxóssi – verde e azul. Quinta-feira.
 
Iansã – orixá dos ventos e tempestades. Quarta-feira. Vermelho. Santa Bárbara.
 
Xangô – representado com machado de asas com dois gumes. Quarta-feira. Vermelho e branco. São Jerônimo.
 
Oxalá – é o orixá da criação e filho de Omolú. Deus supremo, representado por Senhor do Bonfim, razão da Colina Sagrada estar sempre cheia sexta-feira que é o seu dia. Branco é a sua cor. Também conhecido como Oxalufã e Oxaguian.

 

Exú – mensageiro entre os homens e os orixás. Segunda-feira. Vermelho.

Ogum – abre caminhos. Segunda-feira. Azul escuro. Santo Antônio.

Oxumaré
– traço de união entre o céu e a terra. Terça-feira. Verde e amarelo.

Logun Edé – orixá das matas, prefere a selva como morada. É caçador. Quinta-feira. Azul, verde. São Miguel.

Obá - quarta-feira. Branco e vermelho. Santa Joana D’Arc.

Loko – orixá das matas e da rua, protetor dos pobres. Terça-feira. Branco. São Francisco.

Ossain – dono das folhas, é o médico do candomblé. As folhas exercem papel preponderante na mística do candomblé: no uso acentuado nos banhos e sempre presente em quase todos os seus momentos. Segunda-feira. Vermelho e azul. São Benedito.

Ifá – orixá da adivinhação. É quem consulta o dono do terreiro e diz quem o santo escolheu para substituí-lo. Quinta-feira. Branco. Santíssimo Sacramento.

Ser baiana de acarajé significa muito mais do que ser uma vendedora ambulante, com seu tabuleiro, oferecendo os deliciosos quitutes da culinária afro-baiana. A maioria delas faz esse trabalho como “obrigação de santo”, reverenciando os orixás que guiam suas cabeças – inicialmente apenas Iansã – e, em troca, tiram daí o seu sustento e o de suas famílias.

A cada dia, ela está vestida com as cores do santo daquele dia e exibe no pescoço as guias de contas na cor do santo de sua cabeça e outros orixás dos quais gosta (ou os quais precisa) reverenciar. A roupa, de origem africana, já se transformou em marca registrada: a roupa de baiana, com saia rodada, blusa rendada, pano da costa, turbante, sandália fechada na frente e aberta atrás.

Um outro atestado de que existe reverência religiosa aos orixás do candomblé, na atividade de baiana de acarajé, são os pequenos acarajés fritos antes da primeira fritura comercial, dedicados aos orixás meninos, os ibêje.

 
 
Onde assistir:
 
 
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